Convite para professores de FQ (II)
Setembro 11, 2008 at 7:25 pm | In 1 | Leave a CommentTags: eTwinning
Convite para professores de Física e Quimica
Setembro 10, 2008 at 10:30 am | In 1 | 1 CommentTags: eTwinning
Caros colegas,
O Serviço Nacional de Apoio do projecto eTwinning, em Portugal, através da sua Equipa Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE/ PTE), da Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC), do Ministério da Educação, irá realizar em parceria com o Serviço de Apoio, a este projecto, em Espanha um workshop para professores do Ensino Secundário nas áreas de Matemática, Biologia, Geologia, Física e Química.
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eTwinning – NSS-PT
DGIDC – Eq. Computadores Redes e Internet na Escola
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Recepção de Comentários
Junho 20, 2008 at 10:29 pm | In 1 | 2 CommentsTags: comentários exame
solicitamos a todos os colegas, a opinião e comentários à prova realizada hoje. Lembramos que 2ª feira decorrerá a reunião em Lisboa (GAVE).
Trabalho prático – FQA
Junho 19, 2008 at 11:00 pm | In 1 | Leave a CommentTags: AL propostas
O facilitismo
Junho 19, 2008 at 12:23 pm | In 1 | Leave a CommentTags: Exames facilitismo
Em vésperas do exame de Física-Química A assalta-nos a todos uma dúvida: serão os exames este ano fáceis?
Os alunos e seus EE desejam que lhes corram bem os exames e que estes sejam fáceis, os professores secretamente desejam que sejam acessíveis e que correspondam em exigência ao trabalho desenvolvido durante o ano com os seus alunos.
Antes de mais convém esclarecer que não podemos classificar os exames em fáceis ou difíceis, pois isso é algo subjectivo e depende do nível de preparação do estudante. O exame deve reflectir em extensão e profundidade o programa oficial.
No entanto podemos aferir o nível de discriminação e de facilidade. O nível de discriminação reflecte a capacidade de a prova distinguir os alunos e o indicie de facilidade avalia o nível de resposta dos alunos.
É pouco sério afirmar que o ME consegue “controlar” os resultados das provas de exame, e afirma-lo seria afirmar duas coisas distintas: que é possível faze-lo e que o faz.
No entanto a o Gave utiliza hoje um conjunto de ferramentas estatísticas que permite avaliar previamente os alunos e as suas capacidades. A realização de provas intermédias permite traçar um perfil dos alunos antes de os submeter a exame nacional. Todas as escolas enviam com detalhe os resultados obtidos pelos alunos nas provas, questão a questão, alínea a alínea. O controlo de algumas variáveis, como o nível cognitivo das questões, assuntos, níveis de discriminação de dificuldade, permitem conhecer com alguma fiabilidade os alunos e não será difícil desenhar uma prova controlando essas mesmas variáveis.
Seria extremamente útil aos professores conhecer em detalhe essas análises, pois constituiriam uma forma de objectivamente melhorarem a forma como trabalham e melhor atingirem os objectivos programáticos. No entanto até hoje não foi divulgado, pelo Gave, qualquer relatório sobre o perfil dos alunos, suas dificuldades e orientações a seguir.
Esta informação, científica, de valor é útil.
Se ME dá orientações aos “criadores” das provas de exame, não é possível afirma-lo. No entanto basta que a prova apresente um baixo nível de discriminação e um nível de facilidade médio, para que a média nacional suba, pois a distribuição das classificações reduz-se aproximando-se do valor médio. Sendo que existem sempre mais alunos com piores resultados do que alunos com melhores resultados, os resultados serão melhores que o ano anterior.
Lembramos que este ano uma série de medidas foram tomadas, nomeadamente o aumento da carga horária para um melhor cumprimento dos programas – a realização das actividades experimentais. Seria interessante conhecer o nível de cumprimento das actividades experimentais em todas as escolas deste país, públicas e privadas. Principalmente sabendo que uma boa parte não tem condições para a sua realização.
Sabemos também que as aprendizagens não são como os bolos, que quanto mais se comem mais se engorda. Pelo contrário o tempo de maturação é essencial para o desenvolvimento das capacidades dos alunos. Assim sendo não é com mais aulas que se suprimem dificuldades.
Aguardamos com curiosidade os exames e a divulgação de um relatório detalhado com os resultados das provas intermédias e exames, nomeadamente com as análises já aqui referidas.
Especificidades
Maio 9, 2008 at 10:07 pm | In 1 | Leave a CommentTags: condições de trabalho
Nunca é de mais mencionar algumas das especificidades da profissão de professor. No entanto um professor de FQ tem acrescidas responsabilidades face aos seus colegas de outras disciplinas. Não estou a diminuir o trabalho, a importância ou especificidades no ensino de outras disciplinas. Lembremos apenas algumas específicas da nossa disciplina: preparar actividades laboratoriais com um nível de complexidade técnica e cientifica elevado; trabalho com substâncias tóxicas e em condições não permitidas em qualquer outro lado; ausência de auxiliar de laboratório como previsto nos programas do secundário; correcção de relatórios, testes. Tudo isto é claro para além do que outros colegas também têm de fazer: preparar aulas com o mesmo tempo disponível. Nos apoios aos alunos apenas os colegas de matemática competem connosco em número de alunos a apoiar.
Plano de acção da Física e Química
Maio 7, 2008 at 12:24 am | In 1 | Leave a CommentTags: provas intercalares exame plano de acção
Fala-se da implementação de um plano semelhante ao da Matemática, nas disciplinas de FQ. Todas as medidas para a melhoria das aprendizagens são bem vindas. Mas essas medidas, depois de avaliadas e se bem sucedidas devem ser integradas no currículo e transpostas, na medida do possível para todas as escolas do país. Caso contrário são panaceias. Recusamos a ideia de que é necessário um plano (como se de uma tragédia ocasional ou acidente se tratasse). Ainda que seja verdade que os resultados não são os desejáveis, estes não são uma evidência recente. A medidas devem, por isso ser de fundo.
Verifica-se ainda um outro aspecto, não menor nos dias que correm. Os professores que elaborarem os referidos projectos/planos de acção estão a comprometer-se, a traçar objectivos. Serão avaliados pelo sucesso do plano através dos resultados dos alunos e não necessariamente pela adequada implementação do plano e sua avaliação. Assim decorre que a transparência na avaliação do plano está comprometida.
Outro aspecto a reter é o facto de que as provas intermédias estão a contribuir para que o ME/GAVE construam uma base de dados das capacidades de desempenho dos alunos que irão a exame. Não será este um grande problema, pelo contrario, será um contributo se remeterem os resultados das avaliações às escolas, dando indicações de quais as falhas nas aprendizagens ( nivel cognitivo das questões, assuntos,etc) e de como as ultrapassar. No entanto é informação que pode ser usada politicamente, na medida que podem ser desenhadas provas mais adequadas (ou menos) face ao perfil do aluno que vai a exame.
Fiabilidade e transparência
Maio 6, 2008 at 11:58 pm | In 1 | Leave a CommentTags: exame criterios correcção
Antes de mais gostaria de esclarecer que este é um espaço de encontro com vista a formalização da APFQ. A associação ainda não existe formalmente/juridicamente. Esperemos que ainda este ano se consiga levar o processo a seu termo. Assim não faria muito sentido confrontar o GAVE. No que nos concerne enquanto professores pedimos a opinião a vários professores e chegamos à seguinte conclusão:
- não há consenso nas respostas possíveis
- A criatividade na elaboração das provas deixa muito a desejar, já que a referida questão se encontra redigida de forma semelhante em vários manuais;
- Deve o GAVE no âmbito das suas funções esclarecer os procedimentos a adoptar
A fiabilidade é um aspecto importante quando falamos de provas nacionais. Ainda que existam dúvidas quanto à razoabilidade de respostas possíveis é imperioso, em nome dos alunos e do processo de avaliação, que todos os professores sigam as orientações do GAVE.
Não será de todo correcto, cada corrector apreciar da forma que julgue mais adequada, ainda que possa eventualmente ter uma perspectiva correcta. O importante é todos os correctores corrigirem de acordo com os mesmos critérios. É importante que todos os alunos vejam as suas provas corrigidas segundo critérios idênticos.
Questão 6.1 Exame – Dúvidas
Abril 28, 2008 at 10:39 pm | In 1 | 1 CommentTags: exame criterios correcção
Foi colocado um comentário acerca da questão 6.1 da prova intermédia.
A questão é a seguinte:
“Os cristais de sulfato de cobre (II) penta-hidratado devem ser inicialmente reduzidos a pó num almofariz, antes de se efectuar a pesagem deste reagente. Apresente uma razão justificativa deste procedimento experimental.
A respectiva resolução é:
6.2. Tornar a dissolução do sal mais rápida ou aumentar a superfície de contacto soluto/solvente.“
A questão levantada pelo nosso colega centra-se justamente na pesagem, propondo por isso a seguinte resposta:
“Garantir que a quantidade de sulfato de cobre (II) penta-hidratado a usar, seja pesada com o máximo rigor, não se correndo o risco de, após pesagem, ser reduzida a pó, podendo perder-se alguma da substância no processo de redução a pó, falseando portanto a verdadeira quantidade de substância pesada e interveniente na reacção, ou seja, se após pesagem fosse reduzido a pó, corremos o risco de não usar a TOTALIDADE da substância a usar, interferindo portanto no objectivo a alcançar.“
No nosso entender o procedimento descrito compreende duas acções “redução a pó” e a “pesagem“. Assim a redução a pó é necessária a uma dissolução do sal mais rápida, decorrendo desse facto que a pesagem deva ser realizada apenas depois por razões de rigor. Nesta perspectiva, e no nosso entender a resposta proposta nos critérios de correcção, não nos parece incorrecta.
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