Fiabilidade e transparência
Maio 6, 2008 at 11:58 pm | In 1 | Leave a CommentTags: exame criterios correcção
Antes de mais gostaria de esclarecer que este é um espaço de encontro com vista a formalização da APFQ. A associação ainda não existe formalmente/juridicamente. Esperemos que ainda este ano se consiga levar o processo a seu termo. Assim não faria muito sentido confrontar o GAVE. No que nos concerne enquanto professores pedimos a opinião a vários professores e chegamos à seguinte conclusão:
- não há consenso nas respostas possíveis
- A criatividade na elaboração das provas deixa muito a desejar, já que a referida questão se encontra redigida de forma semelhante em vários manuais;
- Deve o GAVE no âmbito das suas funções esclarecer os procedimentos a adoptar
A fiabilidade é um aspecto importante quando falamos de provas nacionais. Ainda que existam dúvidas quanto à razoabilidade de respostas possíveis é imperioso, em nome dos alunos e do processo de avaliação, que todos os professores sigam as orientações do GAVE.
Não será de todo correcto, cada corrector apreciar da forma que julgue mais adequada, ainda que possa eventualmente ter uma perspectiva correcta. O importante é todos os correctores corrigirem de acordo com os mesmos critérios. É importante que todos os alunos vejam as suas provas corrigidas segundo critérios idênticos.
Questão 6.1 Exame – Dúvidas
Abril 28, 2008 at 10:39 pm | In 1 | 1 CommentTags: exame criterios correcção
Foi colocado um comentário acerca da questão 6.1 da prova intermédia.
A questão é a seguinte:
“Os cristais de sulfato de cobre (II) penta-hidratado devem ser inicialmente reduzidos a pó num almofariz, antes de se efectuar a pesagem deste reagente. Apresente uma razão justificativa deste procedimento experimental.
A respectiva resolução é:
6.2. Tornar a dissolução do sal mais rápida ou aumentar a superfície de contacto soluto/solvente.“
A questão levantada pelo nosso colega centra-se justamente na pesagem, propondo por isso a seguinte resposta:
“Garantir que a quantidade de sulfato de cobre (II) penta-hidratado a usar, seja pesada com o máximo rigor, não se correndo o risco de, após pesagem, ser reduzida a pó, podendo perder-se alguma da substância no processo de redução a pó, falseando portanto a verdadeira quantidade de substância pesada e interveniente na reacção, ou seja, se após pesagem fosse reduzido a pó, corremos o risco de não usar a TOTALIDADE da substância a usar, interferindo portanto no objectivo a alcançar.“
No nosso entender o procedimento descrito compreende duas acções “redução a pó” e a “pesagem“. Assim a redução a pó é necessária a uma dissolução do sal mais rápida, decorrendo desse facto que a pesagem deva ser realizada apenas depois por razões de rigor. Nesta perspectiva, e no nosso entender a resposta proposta nos critérios de correcção, não nos parece incorrecta.
Blog em WordPress.com. | Theme: Pool by Borja Fernandez.
Entries and comments feeds.